sábado, 5 de abril de 2014

Titanfall alavanca vendas de Xbox One no Reino Unido

Em Titanfall, os jogadores se enfrentam em partidas online num cenário de guerra futurístico. Contando com seus robôs gigantes os jogadores se lutam entre si num ritmo frenético de destruição.

O jogo traz uma jogabilidade inovadora na modalidade de FPS (first person shooter), combinando conceitos consagrados com uma mecânica inédita, que ainda consegue ser atrativa para os novatos.
Em entrevista com o designer Philippe Carvalho, 20, ele contou que o jogo está muito equilibrado, trazendo novidades para o gênero e finalmente mostrando o que a nova geração de consoles tem a oferecer.
Exclusivo da Microsoft, ele se tornou o maior sucesso da nova geração da empresa, segundo o vice-presidente corporativo Phil Harrison.
Prova disso é o crescimento das vendas de Xbox One no Reino Unido, que aumentaram em 96% desde a semana de lançamento do jogo. O pacote especial que vem com o jogo representa 70% do total de vendas do console no país.
Titanfall está disponível no Brasil desde o dia 27 de março para Xbox one, PC e Xbox 360, totalmente legendado em Português.
Por Adriele Oliveira

terça-feira, 1 de abril de 2014

Música para Estacionamento


A "Jam no Mam" é um evento que já faz parte da agenda dos soteropolitanos. Quem nunca deu um pulinho na Jam com a desculpa de iniciar a noite bem, ao menos já ouviu falar que ali é o lugar certo para a noitada de sábado começar a ganhar contornos.
O lugar é agradável, com uma vista romantizada pelos reflexos da lua na Baía de Todos os Santos. É também carregado de uma nostalgia histórica e artística. Por ali já passaram  grandes nomes das artes visuais, como: Yoko Ono, Salvador Dalí, Paul Gauguin, Henri Matisse, Pablo Picasso, Tarsila do Amaral, entre outros.
Hoje, também funciona como plataforma de outra linguagem artística - a música, que surge como uma boa opção para embalar o sábado. Há exatamente 21 anos, o antigo casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia - Solar do Unhão, localizado na Avenida Contorno, recebe em suas dependências, o projeto da HUOL Criações - A Jam no MAM.
O evento é realizado em um espaço que durante a semana funciona também como estacionamento. A sua principal atração é uma banda de jazz local, que sob a regência do músico idealizador e mestre de cerimônia, o baterista Ivan Huol, recebe grandes atrações nacionais como convidados. A Jam é sucesso de público, seu início se dá sempre ao pôr do sol, que acaba funcionando como um pacto acordado entre os músicos e os deuses, pois sempre que o sol se põe, os instrumentos começam o seu balbuciar de um crescente melodioso, servindo como embalo ao sono das deidades.
O cenário geralmente é desenhado de forma artesanal em sua concepção, gambiarras unidas por lâmpadas coloridas, que apesar da simplicidade no seu acabamento, não perde a sua austeridade e sofisticação visual. A seleção musical também é de muito bom gosto, o repertório passeia por grandes nomes do jazz, do blues e da bossa nova, como Thelonius Monk, Tom Jobim, Ivan Lins etc.
Para o momento de transição entre um ato e outro, que geralmente ocorre do cool jazz, estilo de música que surgiu na década de 40, caracterizada por um ritmo mais lento, melancólico, para o momento de improvisação, tendo o free jazz, estilo criado por afros americanos, como ponte de intermédio entre os gêneros, acaba sendo o ponto alto da noite. Momento em que o público aproveita para mexer o corpo timidamente seguido de aplausos e assobios.
Para o final da Jam são reservadas dentro do set list da banda, músicas mais conhecidas do grande público, que se sente mais á vontade para interagir com os músicos, na inserção de motivos bossa-novista no repertório, podendo até escutar um ou outro cantando parte das letras destas músicas. É quando de fato se percebe que o público está mergulhado na ambiência jazzística proposta pelo espetáculo.
A tranquilidade misturada à ambiência histórica e artística do local, além da música para embalar os papos e a paquera que rola solta, são os motivos que levam a estudante de Geografia, Glade Nogueira, ao Jazz no MAM.
O evento também funciona como ponto de encontro entre amigos e contempla tanto os ouvintes de jazz, quanto àqueles que só estão ali, por conta de seu círculo de amizades. A faixa etária do público é bem diversa, de crianças até idosos. O valor é acessível e é uma boa pedida para o sábado à noite em Salvador.

Serviço:

Data: Todos os sábados.
Horário: A partir das 18h.
Local: Área externa do MAM – Museu de Arte Moderna. Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão,Salvador, BA - Brasil |
Ingresso: R$ 3,00 (meia) e R$ 6,00 (inteira).
Realização: Huol Criações (Tel.: 71. 3241-2983)

                                                                                                                                    Jilson Soares

Salvador com a mão na massa

Por Isabela Rosas


Foto: Reprodução
“Melhorou, melhorou, vai melhorar”, assim canta a campanha política publicitária. A cidade de Salvador passa por uma série de obras, onde quer que passe encontra-se ruas e avenidas com seus canteiros quebrados, placas sinalizadoras e o tráfego lento. Em meio ao caos em que tudo isso traz à população, esses são os elementos que identificam uma cidade em plena “transformação” para sua mobilidade urbana.

Diante disso, é possível destacar uma das obras que a população - principalmente os moradores da região - está em grande expectativa de um retorno positivo para o tráfego de uma das avenidas mais movimentadas da capital baiana, o complexo viário Narandiba- Imbuí.

A obra que representa um investimento de R$95 milhões faz parte da intervenção do Governo da Bahia para melhoria da mobilidade da cidade. As obras já se encontram com 56% dos serviços executados, com expectativa que sejam concluídas no prazo de um ano. No total serão 12 vigas que liga Narandiba à Av. Paralela.

“O trânsito de Salvador é caótico pela falta de estruturas em suas ruas e avenidas. O tráfego na Av. Paralela vai melhorar muito, desde que essa obra, ao concluir-se, seja principalmente eficaz em horários de pico. Horários que a população mais sofre com o engarrafamento”, diz Daniel da Conceição, morador do bairro de Narandiba.

Outro ponto importante a ser citado é como essas obras estão sendo realizadas? É comum nas intermediações do bairro encontrar muitas árvores, matas, e diante deste cenário de construções é perceptível em algumas regiões encontrar algum tipo de desmatamento. Destruir para construir? Até onde chegar para que algo venha melhorar?

“Qualquer obra que beneficie a população é sempre bem vinda, desde que preservem a Mata Atlântica ainda restante na região e que não se esqueçam dos bairros humildes que ficam nas marginais da Avenida”, conclui Daniel.

O nome “Narandiba” vem do tupi-guarani que significa: lugar com muita laranja (laranjal). O bairro surgiu no ano de 1990, com a ida de vários imigrantes que vieram em busca de trabalho e acabaram não conseguindo, ficando então sem condições de comprar uma casa em um bairro conhecido, assim então começaram a construir barracos em uma área até então vazia. Com o passar dos anos mais e mais pessoas foram se aglomerando na localidade gerando o bairro.

Alcool x Maconha


Álcool x Maconha 



Em pesquisas feitas em artigos e matérias jornalisticas afirma que o álcool no qual é uma substancia química considerada uma droga legalizada que proporciona ao individuo uma sensatez de mudança de personalidade da maioria dos usuários que a consomem. Pela grande aceitação social e tendo um consumo em uma grande massa, isso mas pela influencia da sociedade e por grande influencia da mídia no qual sempre amostra a bebida como algo alegre, divertido sempre acompanhados de amigos e mulheres bonitas. E não mostra o que a droga é capaz de fazer com a vida do usuário, no qual age principalmente nos sistema nervoso, altera a função cerebral e muda temporariamente o humor, os sentidos, percepção, comportamento e consciência do consumidor. E é escancarado na mídia em massa devido a grande renda financeira que traz para as mídias brasileiras.


Ao contrario disso a maconha conhecida pelo seu nome cientifico como (Canabis Sativa) e para as mídias e uma grande parte da sociedade uma droga no qual o usuário se transforma e vira uma pessoa totalmente transtornada, fora de si, agressiva entre outras características que fazem do usuário um marginal. E é totalmente ao contrario a reação da maconha a própria proporciona ao usuário uma sensação de tranquilidade te deixando assim mais relaxado e inofensivo. A própria não é legalizada pela negatividade que foi formada pela sociedade como uma droga causadora de diversos problemas que vem acontecendo nos dias atuais, mas na verdade é diferente o causador de diversas mortes, assaltos, brigas entre outras são outras substancias como o próprio álcool, cocaína, crack entre outros, a maconha por sinal gera para o usuário alguns benefícios como curar dependências, cura para algumas doenças como glaucoma, diabetes e câncer e até hoje nenhuma morte foi acontecida pelo excesso do uso da maconha.

Ao conversar com usuários de ambas drogas, vi que certos usuário do álcool como Zelão, Aldemir Batista que sofrem de problemas alcoólicos afirmam que bebem como uma forma de saída dos seus problemas do dia a dia ou dos seus problemas familiares e que vão se esconder atrás da bebida como uma forma de esquecimento momentâneo. Os próprios tem sofrido com diversos problemas entre eles a depressão. 

Certos usuarios de maconha como Ícaro Gadelha, Matheus Cerqueira entre outros afirmaram usar a droga para ficar relaxado, ter uma conectividade maior com o seu interior, para ter um pesamento que flui coisas boas e sair um pouco desse mundo transtornado de pura rapidez. Mas de uma certa forma a droga pode-se ser uma fuga da realidade do próprio e basta ter a conscientização de não querer sair de uma droga para outra mas forte.

As novas caras e vozes da axé music

Mari Antunes, a nova voz do Babado Novo e do axé baiano
Que o axé é um ritmo genuinamente baiano, isso ninguém duvida. Agora o estilo que ganhou vida nos trios de Luiz Caldas ganha cada vez mais uma nova aparência. Enquanto os veteranos - a exemplo de Ivete Sangalo, Daniella Mercury, Bell Marques – continuam se jogando em suas carreiras solos, os novatos assumem seus postos a ponto de se firmarem no universo do axé.

Os exemplos mais notados são de Mari Antunes, Vina Calmon e Felipe Pezonni, que você pode até não conhecer de nome, mas com certeza os viu em cima dos trios do Babado Novo, Cheiro de Amor e da Banda Eva, respectivamente.

Durante coletiva de imprensa nesse carnaval, a musa do axé Claudia Leitte emitiu sua opinião sobre o rejuvescimento da música soteropolitana. “Eu acho que a volta na música tem que ser natural. Tenho uma expectativa que o novo venha. O meu apelo é em função de espaço para que o novo brilhe”, pediu a cantora carioca radicada na Bahia. 

Enquanto isso, a cantora Ivete Sangalo lembra o quanto é complicado a vida de um artista de axé. “O artista não é priorizado dentro do esquema, não é priorizado no business da música. Muitos artistas estão começando e não sabem qual vai ser o rumo de suas carreiras e são dominados por esse receio”, desabafa Ivete.

A tendência é que essas novas caras do axé se tornem amanhã as grandes estrelas do estilo, já que paralelo a isso, Ivete e Claudinha estão cada vez mais pop. Mas engana-se quem pensa que o axé não está seguindo as novas tendências. É isso que o faz ser tão seguido? A opinião do empresário da banda Cheiro de Amor, Windson Silva, é justamente essa. "O axé está tão bem que os grupos sertanejos estão gravando as nossas músicas. Continuamos com um caldeirão musical muito forte", disse em entrevista ao site Uol.

E você? O que acha desses novos rostos do axé music?


Pauta: Rafael Chahoud
Texto: Faustino Menezes